Áries


O início de tudo à ti escolta
Irradia a calma, de deixar tresloucado
Há quem fale de um laivo da fúria remota
De dolência que, de vezes, punge um bocado

Transfundes teu fogo, enlevando o inacabado
Lastimando tua raiva, constelando vida ignota
Plangendo palavras, concluindo não ser amado
Compreenda-nos também, não precipites somente lorota

Fixe teus olhos no caminho certo
Tu és capaz de compreender as estrelas
Jogue até nós teu coração aberto

Queria eu ser capaz de poder compreendê-las
De jeito que tu nos ofuscas o início
Somente não deixes da fúria teu único vício